O que grandes empresas ganham ao investir em startups?

De olho no futuro e diante da urgência por inovação, as grandes empresas têm preferido investir em startups a trilhar um caminho do zero. A parceria acontece, principalmente, após a criação de aceleradoras próprias, a fim de atrair as ideias pertinentes ao setor de atuação.

Esse é o caso da Porto Seguro que, com a Oxigênio, já gerou por volta de 40 projetos. É o que acontece, também, com a reconhecida Cubo — uma iniciativa do Itaú que promove um ecossistema catalizador de inovação. 

Abaixo, você vai entender como é o percurso até que a desejada cultura inovadora seja uma realidade lucrativa. Confira:

Os benefícios de investir em startups

A ação visa o despertar de um ambiente criativo e produtivo que traga novos ares para a corporação e relevância para a marca. A parceria com as startups traz ganho de tempo, know-how (conhecimento técnico aplicado) e economia de dinheiro, dado que as propostas já existem, precisando somente de aperfeiçoamento para ganhar escala.

O ponto crucial desse relacionamento é o benefício de ter uma visão externa, pois como as jovens startups estão alheias à rotina e aos processos internos, elas não ficam presas apenas em renovações incrementais, ao passo que propõem soluções com foco no todo. Assim, elas integram áreas que refletirão na melhor experiência do cliente.

A lucratividade e sustentabilidade como resultado

Em termos monetários, investir em startups permite que as grandes empresas contem com a participação nos rendimentos. Elas podem, por exemplo, sugerir sociedade a partir de aportes, gerar contratos de parceria permanente ou o que atender melhor às estratégias traçadas.

O melhor é que é possível não pedir nada em troca, já que, enquanto isso, as startups têm um crescimento que pode se mostrar exponencial.

No entanto, o maior retorno é o novo mindset (mentalidade) da empresa, incentivado pelo ambiente inovador e capaz de dar as respostas que os gestores buscam frente às preocupações a longo prazo.

Esse é uma necessidade iminente pois, de acordo com a pesquisa da MIT Sloan Management Review (MIT SMR) e Deloitte Digital, quase 40% das 3.500 empresas participantes assumem que precisam melhorar a forma como trabalham com inovação e estratégia digital.

Além disso, mais de 80% dos executivos estão preocupados com a competitividade, principalmente de novas empresas com conhecimento digital, como mostra a pesquisa da Accenture.

Passos para implantar a cultura da inovação

Trazer startups para dentro da nova forma de inovar das empresas pode economizar o tempo de desenvolvimento, mas os esforços para internalizar essa cultura precisam ser feitos antes e durante a passagem delas na corporação.

É preciso ter abertura às mudanças que serão necessárias e integrar o time já existente com as equipes a serem aceleradas. A desburocratização é um ponto de ênfase, já que agilidade e a autonomia estão no DNA das startups e é uma prerrogativa do mercado tecnológico que obriga os players a se reinventarem periodicamente.

Dar espaço para as ações, ouvir a opinião do público e aceitar erros também é fundamental ao investir em startups, pois são etapas do processo de inovação a fim de testar as criações e incentivar um ambiente com iniciativa, criatividade e colaboração para chegar às soluções desejadas.

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